Somos eternos aprendizes

Somos eternos aprendizes

Maria Luiza Ermida Conti é uma morena alta, sorridente, comunicativa, amorosa e, de vez em quando, muito brava! Formada em marketing, diz ter “várias ocupações”. Foi secretária executiva, dona de agência de talentos e hoje é motorista. Para torear a sua energia abundante, procura fazer tudo muito bem feito e, em geral, faz! Está sempre correndo atrás de tarefas extras que ela mesma se impõe ou que são solicitadas e sempre atendidas por suas mais de seis “amigas muito amigas” ou por seus três irmãos e quatro sobrinhos, de quem faz questão de ser uma mãezona.

Ao contrário da sua coleção de máscaras que escondem tantas dissimulações, Luiza gosta de dizer e de ouvir a verdade, o que às vezes lhe custa certos dissabores por não ser algo assim tão simples de lidar. Seus princípios são quase inarredáveis e ela está longe de se deixar convencer facilmente. 

“Eu existo existindo, sei o que quero, mas me derreto de amor. Sem ele nunca saberemos como será o nosso olhar para o que vivemos. A troca, a solidariedade, a humanização das relações, tudo pode ser mudado se tivermos amor!”

Quem a conhece afirma que se “ela fosse uma quantidade, seria muita”. É muito amor, muita braveza, muita vontade, muita luta. Não deixou por um minuto nessa vida de ter propostas, desejos. Entre eles, está empreendendo intensos esforços no seu crescimento, seu próprio desenvolvimento.

“Posso afirmar hoje que  é caminhando que se aprende a andar e apreciando o caminho que se adquire a experiência do viver… Já quis tantas coisas e as que realizei foi quando fui atrás”.

“Há um ano comecei um curso de Física Quântica e Expansão da Consciência… Há um ano também, resolvi conhecer melhor uma academia e me matriculei para musculação.  Cheguei lá e para minha surpresa fui atraída por uma música. Fui sendo levada por ela e acabei chegando numa aula de zumba (música colombiana). Como um imã irresistível, entrei nessa aula e hoje me realizo com a dança duas vezes por semana. São momentos em que me entrego e esqueço tudo, dançando e mexendo meu corpo. Completando, resolvi retomar meu trabalho anterior, o qual sempre me deu realização e alegria, que é levar shows para eventos corporativos”.

Sobre seus objetivos e decisões, considera que “é sempre uma delícia se deixar levar pelas nossas vontades…são encontros conosco mesmo em que somos  direcionados para a alegria do prazer”.

“Somos eternos aprendizes, só precisamos estar abertos para deixar fluir as emoções, aproveitar as oportunidades e desafios e ter um novo olhar para a nossa vida. Afinal, ela é bela para quem tem o movimento de vivê-la”.

Não importa quantos anos a Luiza tem. Para ela, a idade pouco significa.

2 comentários sobre “Somos eternos aprendizes

  1. Com alegria e música, com dança e vida, com simplicidade e encanto a vida segue seu curso! Linda história de uma mulher tão linda!!!!

  2. Maria Luiza
    Gostei muito da sua entrevista
    Acredito muito no que você declarou
    A vida é bela para quem tem o movimento de vivê -la
    E sei que pensamos igual:Somos eternos aprendizes
    Te admiro muito por isto

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Olá, quero seguir o seu blog.