VOLTAMOS AO NORMAL?

VOLTAMOS AO NORMAL?

Apesar da vacina que ainda não chegou, do número de mortos diários ter-se estabilizado num patamar alto no Brasil e de vários países europeus estarem amargando uma segunda fase da pandemia, as pessoas foram saindo de casa e o que vemos em toda parte é que a vida parece ter voltado ao normal.
A foto que ilustra essa conversa traz uma cena representativa da nossa realidade atual: um momento de puro lazer nada premente com muita gente na boa e máscara alguma para lembrar o risco solto no ar. Independente de entrarmos na discussão do certo ou errado, de ser a maioria mas não a totalidade das pessoas, o que impulsionou toda essa gente a voltar ao normal: coragem, exaustão ou apenas o ritmo natural da vida que segue?
Por algum motivo e por estar me perguntando de que lado da porta devo ficar, abro a nossa edição de hoje com o poema Quando me amei de verdade que não quer sair da minha cabeça. Apesar da aludida autoria de Charles Chaplin não ser confirmada, os versos transitam na arte do saber viver, o que não pode ser mais próprio neste incrível 2020.
Concorde ao tema e ao amor próprio que alicerça nosso trajeto por aqui, o Plano B de Mariano Lucente conta a mudança radical de vida sofrida por Ana Angélica Manhani.
Leia! com Reinaldo Stuhlberger traz Os Miseráveis de Victor Hugo e encerra uma visão nada amedrontada sobre os clássicos da literatura. “Dá pra ler, entender e gostar”, diz o colunista.
E Patrizia Scarpa apresenta o grupo alemão Sjaella, adepto do estilo de canto a cappella. Composto por seis jovens mulheres, o grupo tem repertório eclético. 
Juntos ou isolados, que o amor e o respeito a nós próprios e aos outros -todos os outros!- sejam os pilares do nosso bem viver.

ângela cassiano

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