Ângela Cassiano

Ângela Cassiano

Sempre soube quem eu era, só faltava saber o nome que me designava. Hoje eu sei e fico absolutamente confortável com isso: sou perennial! Esse é o nome dado aos seres que não se prendem a rótulos, faixa etária e qualquer agrupamento de fora para dentro. Um perennial é acima de tudo livre, independente, vive na sua. Isso é tão moderno e ao mesmo tempo tão… perene, tão duradouro. Gente assim sempre existiu. Quem é, sabe!

Esse caixote, esse grilhão chamado idade, trava a pessoa na sua busca por viver e viver bem, na sua tentativa de viver melhor, de ousar, de experimentar.

Acho que sempre fui independente da minha idade e isso não só depois de madura. Com três anos contratei uma empregada, com 21 dava aula de Lógica na faculdade, três anos atrás -sem nunca ter sido ciclista- fui fazer uma viagem de bicicleta pela Itália e, no ano passado, voltei para os bancos escolares, com professor, prova, trabalho e muita disciplina para renovar meu francês, em Québec. 

Sou curiosa, interessada, adoro conversar, saber das pessoas, amo viajar, cantar (embora seja insuportável me ouvir), conhecer coisas e lugares pouco conhecidos, mal explorados, tenho paixão por palavras e às vezes gosto de inventar algumas, sou absolutamente voltada à beleza, ao harmônico mas também gosto quando ele se mostra desconcertante, inesperado. É um prazer descobrir brechas, novos caminhos, sabores, invenções.

Vi nesse blog a chance de, vencendo alguns preconceitos e bloqueios, juntar duas coisas que me dão muito prazer: fazer algo instigante sobre um tema novo e dividir com os outros minhas sacadas e revelações.

Só falta dizer o óbvio: para isso dar certo, preciso de você, de sugestões de pautas, críticas e, claro, de muitos parabéns! 

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Olá, quero seguir o seu blog.